Dia 2 - 31/08/2018
Dia da semana: sexta-feira
Local: Praga/República Tcheca
Hospedagem: ApartHotel Davids

Lisboa é uma cidade que eu ainda vou passar mais tempo, esse dia foi apenas para adaptação na Europa. Então me despedi e fui direto pro aeroporto, chegando por volta de meio dia, pois o voo para Praga era às 14:35. Almocei por ali mesmo, tomando um chopp, enquanto não chegava a hora do embarque.

Barriga cheia, partiu, rumo à capital da República Tcheca, berço do estilo Pilsen. A ansiedade tava imensa, era agora que o tour cervejeiro iniciaria.

Cheguei em Praga por volta das 19:00, e claro, vamos testar o chip do celular. Nada de internet. Encontrei uma loja Vodafone no aeroporto e fui pedir ajuda. O cara falou que eu tinha que ligar na Vodafone pra tentar resolver. Eu não consegui resolver com meu inglês horrível pessoalmente, imagina por telefone. Pra solucionar logo a situação comprei outro chip, talvez agora sim, esse funcionasse em toda a Europa. Pois é, como registrei no histórico do dia anterior, não é bem assim.

Mas isso não é algo que vá atrapalhar a viagem, com chip novo e internet, chamei um uber, até porque já passava das 20:00.

Parti pro hotel. Ao chegar, fui muito bem recebido, era uma casal de jovens, não sei se eram namorados ou irmãos, mas o importante é que me ajudaram o máximo que deu e me indicaram alguns restaurantes que eu poderia ir naquele horário, afinal já era quase 22:00.

Uma dica que já adianto logo no primeiro dia, em Praga praticamente não precisa de transporte, esta cidade é pequena, tudo muito perto, e com certeza vale muito à pena conhecer tudo à pé.

Fui para um restaurante chamado Lokál Dlouhááá. Que lugarzinho bacana. Primeiro dia em Praga, eu estava meio bicho do mato, chegando sozinho num local onde todas as mesas estavam cheias, os garçons numa correria, mas e daí, ninguém me conhecia, pensei: azar, tá todo mundo me olhando, mas não devo nada a ninguém, não conheço ninguém....achei uma mesa no fundo do restaurante, sentei, e fui logo atendido, mesmo sem ficar chamando garçom e assoviando igual aqui no Brasil. Não tem muita “gracinha”, simpatia e conversa com os atendentes, eles vem para pegar seu pedido e sair, então não enrole muito. Pedi qualquer comida do cardápio, contando com a sorte mesmo, pois a menina estava me olhando e sabia que ela não teria muita paciência, e claro, um chopp Urquell pra começar bem esse tour.

O chopp e a comida não demoraram nem 5 minutos para serem servidos, aliás, isso foi uma coisa que me deixou intrigado na Europa, a maioria dos lugares que fui, a comida sai muito rápido, parece que as coisas já estavam prontas. Sei lá né, vai que tava mesmo.

Olhei na mesa do lado e tive uma grata surpresa, um cachorro embaixo da mesa me olhando. Isso é outra questão que me surpreendeu positivamente, os tchecos adoram cachorro, e eles são aceitos em muitos estabelecimentos. Sem falar que qualquer mendigo lá tem um companheiro peludo. Vi poucos moradores de rua em Praga, e praticamente todos com um dog, acho que eles até usam isso pra conseguir uma moeda, mas não sei da vida de cada um, então imagino que também seja pela cia. E aqui fica essa observação de uma pessoa que ama cachorro, Praga é um exemplo a ser seguido.

Tomei logo uns 3 chopps, comi algo que tinha a ver com uma carne de porco e voltei pro hotel. Mas é obvio que não ia chegar e dormir, no caminho passei num mercadinho 24h e comprei 2 garrafinhas só pra, aí sim, dormir bem e descansar porque no outro dia começariam as caminhadas infinitas.

E aqui só mais uma observação: nas minhas leituras sobre Europa, mais especificamente sobre Praga, diziam que a cerveja era mais barata que a água, pensei que era só jeito de falar mesmo, para deixar a impressão de que a cerveja era muito barata. E aqui fui surpreendido positivamente mais uma vez, isso é real, claro que nem todas as cervejas, mas tem várias que são mais baratas ou tem o preço equivalente ao da água.

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